Fui para casa me sentindo muito feliz. Me sentindo realizada.
Fui para meu quarto e parei quando encontrei alguém parado do lado de fora da minha porta. A passagem estava fracamente iluminada. Então, tive que me aproximar para ter uma visão adequada do rosto dele.
— Jace? — Parei em meus passos, apertando os olhos.
Ele se afastou da parede onde estava encostado, me dando aquele sorriso irritante dele. — Sim, minha criança sem esperança! Sou eu!
Ri enquanto corria para os braços dele. Mas nosso abraço foi breve. Precisava de respostas.
— É... é tarde. O que você está fazendo aqui? — E mais importante, como ele planeja voltar para casa?
— Sim, é tarde. Então, se importa de me dizer por que você está chegando só agora?
— Ah, cala a boca, pai. — Revirei os olhos. — Tenho um emprego agora. Voltando à minha pergunta. O que você está fazendo aqui?
— Bom — ele deu de ombros. — Você está olhando para seu mais novo vizinho. Abre a porta, Ly.
Espera, o quê? — Não entendo. — Bufei. — Por