LYRIC
— Não, por favor. — Tentei me sentar, mas eles me chutaram no ombro, me forçando de volta. Aterrissei com um grunhido doloroso.
O outro subiu em cima de mim, as pernas de cada lado da minha cintura. Me senti enojada imediatamente.
Ele agarrou meu pescoço, e o mais rápido que pude, abri o canivete de prata que tinha pego do meu assento e o esfaqueei no pescoço.
Ele rosnou enquanto cambaleava para trás, se afastando de mim.
— Vadia desgraçada! — Um dos outros dois rosnou e me chutou na barriga.
Me enrolei em uma bola, minha mão voando para o meu meio enquanto um rosnado baixo escapava de mim.
— Por favor! Por favor, não quero problemas — choraminguei, mas eles não estavam ouvindo.
O que eu tinha esfaqueado estava se contorcendo no chão. Sem dúvida ele não ia conseguir.
Um dos dois caras restantes agarrou meu cabelo e me arrastou para ficar de pé. Ele me socou nas costelas desta vez.
Meu rosto se contorceu em agonia enquanto a dor irradiava pelo meu corpo.
Lágrimas caíram