Capítulo 28
Fênix Souza
Acordei por volta das cinco da manhã. O céu ainda estava escuro, um véu de estrelas insistia em permanecer antes da chegada tímida do sol, e o templo estava envolto em um silêncio profundo. Havia apenas o som suave do vento batendo nas folhas da mata ao redor e o respirar tranquilo de Akira, deitado ao meu lado.
Virei o rosto para observá-lo. Dormia profundamente, o rosto sereno, quase angelical, como se os sonhos o embalassem com cuidado. Por alguns segundos, fiquei ape