Capítulo 29
O carro preto parou na beira da estrada, próximo ao templo do fogo. Marco Souza desceu com expressão dura, os olhos sombrios e impacientes.
Deixou um dos capangas no veículo, encarregado de vigiar, e seguiu com o outro a pé, caminhando pela trilha de pedras que levava ao templo. A cada passo, o ar parecia pesar mais.
Assim que se aproximou da entrada, sentiu as vibrações dos espíritos que ali habitavam — antigos guardiões do fogo, que o amaldiçoaram desde o dia em que abandonou