Aurora deslizou as mãos pelo peito de Matteo com uma suavidade que o fez fechar os olhos e soltar um suspiro rouco. Suas mãos pequenas traçaram cada linha definida de seus músculos enquanto seu quadril começava a se mover em um ritmo lento e delicioso, para frente… para trás… um vai e vem sensual que deixava ambos sem fôlego.
Matteo segurou a cintura dela, firme, ajustando o movimento conforme sua vontade, seus dedos pressionavam sua pele macia e quente.
— Caralho, Aurora… — murmurou com a voz