A cela subterrânea no coração da China era escura, úmida e cheirava a sangue e morte. No centro, Haruto Ogiwara estava amarrado a uma cadeira de aço, seus pulsos presos com correntes pesadas, os pés atados ao chão. Seu corpo estava coberto de hematomas, cortes profundos e sangue seco. Sua respiração era irregular, seus olhos inchados pelos socos, mesmo assim ele ainda se recusava a falar.
Diante dele, Mao Ling observava com um olhar impassível, as mãos para trás, o rosto inexpressivo,uma perf