36. DANIEL E DAFNE
As luzes piscantes da cidade pareciam distantes, como estrelas longínquas no crepúsculo de seus maquiavélicos planos. Amaya caminhava de um lado para o outro, desesperada, tentando encontrar uma maneira de sair da situação em que se encontrava agora. Finalmente, parou em frente a um tronco jogado na beira da estrada, apanhou-o com determinação e se dirigiu a Daniel com uma voz gelada.
— Faça o que estou te dizendo, Daniel. Me bata com força na cabeça, depois estampe o carro contra uma árvore