(PONTO DE VISTA DE ARIELLE)
Virei-me na cama. Meu lado esquerdo começou a doer por ter ficado muito tempo deitado sobre ele. Os sons da manhã flutuavam ao meu redor e, ainda deitada, espiava pela janela aberta. A luz bateu nos meus olhos com tanta intensidade que os fechei de volta, desejando voltar a dormir. Eu estava imensamente grata por estar deitada na minha própria cama, no meu próprio quarto, sob o meu próprio teto, longe do cheiro de desinfectante misturado com um mar de remédios e aroma