Mundo ficciónIniciar sesiónTercera parte de Maldita Pelirroja. Las pelirrojas eran de mala suerte, Matt lo sabía y lo había creído fervientemente, incluso si su madrastra no era tan mala como le gustaba decir. Luego de la muerte de su padre, en un tragico accidente aereo, Matthew Z. Hyde-Hoffman, estaba al borde del colpaso, la ira y el rencor que sentía no podia ser apaciguada más que con la muerte. o eso se decía a sí mismo. Hasta que conoció a Julie Jacobs y su corazón latió como nunca antes. Julie era todo lo que necesitaba, dulce y tierna para calmar sus mas odiosos impulsos. Pero luego de separarse por unos meses, Matt descubre la horrible verdad detrás de la dulce Jules... Es Pelirroja. Y eso, significaba problemas.
Leer másEu estava mesmo fazendo isso.
Andava de um lado para o outro na antessala do salão de festas do Hotel Milani, um dos lugares mais luxuosos da cidade, tentando convencer a mim mesma de que aquilo era uma boa ideia. Contratar um gigolô para fingir ser meu noivo? Deus me perdoe, mas eu não tinha escolha.
Meu ex-noivo estava prestes a se casar. E não com qualquer pessoa, mas com a minha ex-melhor amiga. Sim, eu fui duplamente traída, num pacote "compre um, leve outro" que eu nem sabia que estava assinando. Se existisse um programa de fidelidade para otárias, eu já teria acumulado pontos suficientes para resgatar um tapa na cara e uma passagem só de ida para o fundo do poço.
Ignorar o casamento? Era o que eu queria. Mas Elise fez questão de me ligar pessoalmente! Claramente ela estava querendo rir de mim, me humilhar. Mas eu não podia perder aquela briga. Então disse que iria. Mas pior: eu disse que iria acompanhada pelo meu noivo incrivelmente gato e rico!
— Rico? — Ela riu, parecendo não acreditar.
— Ele é herdeiro de uma das maiores empresas do país — menti.
— Estou ansiosa para conhecê-lo.
No dia seguinte, a notícia já tinha se espalhado. Não fazia nem vinte e quatro horas desde que o convite tinha chegado, e de alguma forma, todos os nossos amigos em comum já sabiam que eu ia ao casamento. E pior: que eu levaria meu noivo milionário.
Agora, além de ser obrigada a comparecer, ainda estavam esperando um espetáculo. Se havia alguma chance de recusar antes, agora não existia mais. Eu precisava ir. Mas se eu ia, não podia aparecer sozinha, humilhada e derrotada. Precisava fingir ser alguém que eu não era.
Fingir já era praticamente meu segundo emprego quando se tratava do meu ex. Eu fiz isso por anos. Fingia que não percebia quando ele chegava em casa com outro perfume impregnado na roupa. Que não notava as desculpas esfarrapadas, os olhares trocados entre ele e Elise quando achavam que eu não estava olhando.
Eu ainda me lembro do vestido que usava, do som abafado da chuva lá fora, do silêncio pesado no apartamento de Elise quando cheguei ali sem avisar. Meu coração já batia forte no peito quando empurrei a porta entreaberta e os vi.
O homem que deveria ser o amor da minha vida, deitado no sofá entre as pernas da minha melhor amiga.
— Alex?
Os dois congelaram. Ele apenas suspirou e soltou um riso nasalado, sem um pingo de remorso.
— Zoey… Isso não ia durar mesmo.
Meu peito travou.
— Isso…?
— Zoey, sinceramente… Você sempre foi tão sem graça — Elise disse.
Minha cabeça virou para ela em um estalo.
Ela deu um sorrisinho de canto, mexendo no próprio cabelo com desdém.
— Você sempre se esforçou tanto pra ser perfeita. Pra ser a namorada ideal, a amiga ideal, a pessoa confiável. Mas vamos encarar a verdade? Você nunca teve nada de especial.
O golpe veio certeiro. Direto na minha alma. Minha melhor amiga. Meu noivo. Os dois rindo da minha cara.
— Ninguém nunca vai escolher alguém como você, Zoey — Elise continuou, implacável. — Você só serve pra ser coadjuvante na vida dos outros.
Foi naquele momento que eu soube. Eu nunca fui a mulher que Alex queria. E talvez nunca fosse a mulher que alguém quisesse.
Então, se eu não podia vencer na vida, ao menos venceria na aparência.
Meu celular apitou, e eu rapidamente peguei para ler a mensagem.
"Estou atrasado, mas já estou chegando."
Revirei os olhos. Pelo que eu paguei, ele não deveria cometer erros básicos como esse.
— Zoey? Não vai entrar?
Amanda, uma das minhas ex-amigas da faculdade, me analisava de cima abaixo, como se esperando que meu noivo aparece no ar a qualquer momento.
— Meu noivo já está vindo. Te vejo lá dentro.
Droga, cadê ele?
Antes que eu pudesse mandar mais uma mensagem, meu celular desligou. Trabalhei durante todo o dia e não tive tempo de carregá-lo antes de vir.
— Ah, ótimo! Agora, se algo der errado, estou completamente ferrada.
Minutos depois, ele chegou.
E, meu Deus do céu.
O homem era um pecado ambulante. Alto, facilmente um metro e noventa, corpo esculpido na medida certa, um terno preto perfeitamente ajustado que gritava poder e uma presença tão intensa que parecia fazer o ar tremer ao redor dele.
O cabelo castanho escuro estava levemente desalinhado, o tipo de bagunça proposital que só homens bonitos conseguem usar sem parecerem desleixados. A barba bem-feita, as feições marcantes, os olhos penetrantes de um azul acinzentado que me congelaram no lugar por alguns segundos.
Eu só tinha visto fotos de corpo antes de escolhê-lo. E se elas já eram boas, o rosto era melhor ainda.
Minha mente apagou qualquer outro pensamento e meus pés se moveram sozinhos. Antes que ele pudesse dizer qualquer coisa, agarrei seu braço com força e o puxei para perto.
— Você está atrasado! — reclamei.
Ele franziu as sobrancelhas, claramente confuso, mas não recuou.
— Desculpe?
— Não temos tempo! — continuei, ignorando seu tom de dúvida. — Mas vou fazer uma revisão rápida: meu nome é Zoey Aguilar, tenho 26 anos, e meu ex-noivo e minha ex-melhor amiga estão se cansando. E eu preciso de um homem absurdamente gato e que finja ser um herdeiro extremamente rico ao meu lado para não parecer que não sou uma fracassada total.
O homem piscou, como se processasse cada palavra devagar. Claramente ele tentava não rir.
— Certo… e esse homem gato e rico seria…?
— Você, óbvio. — Fiz uma careta. — Pra isso que estou te pagando, e muito bem, por sinal.
Ele inclinou a cabeça, agora um pouco mais divertido do que confuso.
— Então eu vou ser pago?
Bufei.
— Você é louco ou o quê? Mas deixa pra lá, não preciso que você seja inteligente. Preciso que seja gostoso, sorria bonito e finja que me ama por uma noite. Uns beijinhos, uns toques, nada demais...
A boca dele se curvou num sorriso safado, cheio de malícia.
— Isso eu posso fazer.
Meu coração falhou um batimento. O que era esse homem, e por que ele me olhava desse jeito?
— Ótimo. — Fingi não me afetar e puxei sua mão para irmos em direção ao salão. — Vamos logo, não posso me atrasar mais!
Enquanto atravessávamos o corredor, algo me ocorreu.
— A propósito, precisamos definir o seu nome.
Ele arqueou uma sobrancelha, claramente se divertindo.
— Definir o meu nome?
— Lógico! Você precisa de um nome de herdeiro...
Tirei do bolso uma listinha que minha irmã tinha preparado pra mim com os sobrenomes mais importantes o Brasil.
Ele soltou uma gargalhada genuína, grave e deliciosamente perigosa.
— Anda, escolhe.
Ele parou por um segundo, e o sorriso brincalhão voltou aos lábios.
— Christian Bellucci.
Antes que eu pudesse responder, as portas se abriam, e lá estava Elise. Ela arregalou levemente os olhos, deixando escapar...
— Bellucci... Da vinícola Bellucci?
Estamos en roma, en el ultimo piso de un precioso hotel con vista a la ciudad y no puedo dejar de sentirme como la más afortunada, estoy como en una nube todo el tiempo, y acompañada del chico más guapo y atento del mundo, suspirando, miro mi anillo, la luz del sol reflejada en la preciosa prieda. Doy un respingo al sentir las manos de Matt en mi cadera, estoy en una bata de seda y la sensación de sus brazos al rodearme es maravillosa, me atrae hacia su espalda ancha y calida, besando mi cuello — ¿que haces despierta tan temprano? — se queja obligandome a darme la vuelta, muerdo mi labio ante la vista de sus ojos azules ligeramente cetrados a causa del sueño y el cabello rubio revuelto — culpo al Jet Lag — digo besandolo, su aliento huele a menta fresca — ¿dormiste bien? Él asiente distraidamente mientras aparta mi cabello de mi cuello y me besa, la noche anterior estabamos realmente cansados, salimos de París hacia Roma después de la fiesta y en cuan
Me miro al espejo, sintiendome mareada a causa de la emoción, al mirar por la ventana siento algo de vertigo, puedo ver la jodida torre Eiffel desde la ventana, mi sueño de Francia estaba más que cumplido, y todo gracias a mi maravilloso prometido.Mis manos hormiguean cuando quito las inexistentes arrugas de mi vestido de novia, es sencillo y deja expuestos mis hombros, con pequeñas flores decorando la parte superior, me sentía sexy y encantadora como nunca antes, en cuanto lo había visto en la tienda de novias, no pude resistirme en lo absoluto. No podía esperar a ver la cara de Matt al verme— Amiga, estás preciosa — asegura Jacob llegando a mi lado con una sonrisa encantadora — ¿nerviosa?— Creo que me voy a desmayar — admito mirandolo, Jacob se ve impresionante con su traje azul marino y camisa blanca, me guiñ un ojo— Si te arrepientes, so
Miro a mi padre sintiendome nervioso, el hombre me ponía los pelos de punta a veces, pero mi madre me da una sonrisa tranquilizadora y suspiro sacando el aliento que he estado conteniendo. — Hay una cosa que quiero decirte — empiezo, mi corazón palpitando desvocado y mis manos heladas a causa de los nervios — ¿Embarazaste a alguien? — pregunta frunciendo el ceño, empezando a molestarse — No, no, no — aseguro, aunque me entra la risa nerviosa, su comentario solo hace las cosas más complicadas, pero mamá me da un guiño complice — de hecho...nunca me tendré que preocupar por eso Ahora frunce el ceño confundido, toma un trago de agua y me mira inquisitivo — Papá....yo... Soy...gay — suelto en un susurro ahogado, mi padre parece congelarse y sus ojos verdes se fijan en los mios, taladrandome — y yo, este...quiero, pues...invitarlos a...a...a...mi boda — carraspeo la ultima parte y creo que el hombre se va a desmayar. Trevor y yo nos compremetimos h
Estoy desesperado, cabreado y malditamente ansioso. Jules está en el hospital y yo por idiota, atrapado en el trafico, intento llamar de nuevo a mamá, Alma o Juled, pero ninguna responde. Maldición.No podía jodidamente estar tan lejos cuando mi chica me necesitaba, maldiciendo en voz baja, salgo del auto ante la mirada atonita y los gritos molestos de los demás coductores, y empiezo a correr como un desquiciado por todo el camimo hasta el hospital.Sin importarme una mierda que tenga una multa o algo por el estilo, el hospital está a un par de kilometros, pero con algo de esfuerzo, lo lograré, corro varios kilometros a diario.Cuando finalmente atravieso las puertas, un par de enfermeras corren asustadas, debo parecer a punto de un colapso, la camisa de mi traje está empapada y mis mocasines no son excelentes para correr.- Julieta Z. Hoffman - mascullo una vez que consigo recuperarme, una de las en
Hoy es día de compras, faltan solo tres días para la nueva boda de mis padres y mientras las chicas estaban comprando vestidos, los chicos comprabamos el traje. Aunque ir de compras con mis hermanos es irritante y entretenido en partes iguales, los quintillizos son incapaces de estarse quietos, y están usando sus lentes de contacto, por lo que todos están identicos — Debiste traer a uno solo y escoger cinco corbatas diferentes — me quejo mirando a mi papá mientras Orange y Carrot se perseguian por el local con corbatas atadas en la cabeza, Mör y Mörk fastidian a Zhevy, lanzandose sus pantalones a travez de la tienda mientras el niño corre en calzones con una camisa mal abotonada. Papá hace una mueca y los mira con cansancio, se está probando uno de los siete trajes a la medida que había encargado, al ser un hombre tan grande no podia solo comprar trajes en cualquier lugar — Niños — gruñe en ruso, sacando su cara de mal genio y las risas se acaban de inmediato
Volver a casa resulta extraño, es como si mi vida hubiera colapsado. Mi mamá estaba en casa, sí , con una mirada asustadiza en su rostro y sin hablar, mi papá, a quien creía muerto, está de vuelta en la escena y es el mismo viejo cariñoso de siempre, pero ahora se le nota la edad y aunque intenta parecer tranquilo, no lo está, hay una tensión en el aireLos Hoffman tienen una mirada intensa y resignada, varios están heridos pero no parecen preocuparse. Las miradas fugaces al cuarto donde mamá descansa son constantes, incluso los quintillizos están tensos, no juegan ni hacen travesuras, incluso ponen la televisión en silencio, mia hermanos están en cada también. Max y su ya visible embarazo (lo que me parece una falta de respeto) son algo que nos anima un poco, Marcus y Viktor tienen la misma mirada sombria, incluso Harold vino por un par de días, aunque a él
Último capítulo