Matt

MattPT

Marli D.H.F.  En proceso
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Resumen
Índice

Matthew é um homem com algumas frustrações em sua vida, porém determinado e dono de uma personalidade um tanto forte. Sempre prezou por sua liberdade. Nunca se envolveu a fundo com ninguém... Para ele, as mulheres nunca passaram de aventuras frustradas, pois, na verdade, ninguém entendia seu verdadeiro modo de ver a vida e se aproximava dele apenas pelo dinheiro que possuía, afinal, era o único filho de um casal milionário. Deixou sua família aos dezoito anos, buscando trilhar seu próprio caminho, nunca suportou as cobranças feitas pelos seus pais, que insistiam que ele assumisse os negócios da família. O destino o faz voltar a partir de um acontecimento inusitado. E é exatamente aí que vê toda a sua vida transformada. Mistério, romance, drama e uma versão masculina dos sentimentos contada por Matt. Você vai se emocionar, se apaixonar e torcer até o final para que tudo termine bem.

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Capítulo 1/Quem é Matthew?
Matthew Donovan, um homem de vinte e cinco anos de idade, nascido em Minnesota, na cidade de Saint Paul, um lugar de pessoas solícitas e simpáticas. Costumam dizer que as pessoas de lá têm um estilo “Minnesota nice” de ser. Matt é muito bonito: um metro e noventa de altura, cabelos castanhos claros, lisos e ligeiramente longos, olhos verdes, um corpo de tirar o fôlego de qualquer garota. Filho único de Giovana e Peter Donovan e, de certa forma, rico. Por que de certa forma? Como ele mesmo costumava dizer: “O dinheiro é dos meus pais, não meu!” Nunca se sentiu confortável, depois de certa idade, em usufruir de todo o conforto que tinha em sua casa, até hoje não sabe exatamente explicar o motivo disso... Tinha de tudo, mas não se sentia dono de nada.Sempre foi rodeado de atenção enquanto era pequeno, cercado por todos os mimos, e quando adoles
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Capítulo 2/Realidade
Quando entrei pelo portão, foi do mesmo jeito que saí, com a mesma loucura e insensatez, a diferença é que naquele dia havia um cerco policial em volta da casa. Não conseguia ainda assimilar o ocorrido, sentia-me mal. O fato de ter me afastado completamente de meus pais durante anos me deixava desconfortável, vez ou outra. Ser quem eu sou, pensar como eu penso sempre foi quase incompreensível para a maioria das pessoas. Não consigo ver as coisas com a naturalidade que os outros veem, e minha família estava envolvida nesse meu jeito de enxergar o mundo, não tinha nada a ver comigo... Todos aqueles presentes, mimos e cobranças ridículas me afastaram cada vez mais deles. Nunca me deixei levar por riqueza e poder, para mim, o mais precioso sempre foi a liberdade. Liberdade de ser quem sou, falar o que penso, fazer o que gosto. Isso nunca combinou com o nome da família, e por isso me afastei. Jamai
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Capítulo 3/O Recomeço
Estava meio confuso quanto a tudo, queria resolver tudo sozinho, mas, para ser bem sincero, não tinha ideia de por onde deveria começar... Não podia ser um simples enterro, afinal, meus pais pertenciam às altas rodas da sociedade.Tentei fazer tudo da melhor maneira possível, algo tão grandioso quanto o nome da família... Meu Deus, quanto pesa um nome? A futilidade daquilo me incomodava profundamente, seria tão mais simples enterrá-los com uma pequena cerimônia apenas para a família... Mas que família? Irmãos, cunhados, sobrinhos... Há muito todos haviam se afastado devido ao orgulho e arrogância de meus pais. Muitas vezes me perguntei o que restava além das letras juntas que formavam a palavra Donovan... Nada restou, a não ser interesses financeiros, contratos, dinheiro. Tudo do que fugi vinha ao meu encontro, me perseguindo a toda velocidade.
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Capítulo 4/Amizade
Tomei um banho refrescante e me joguei na cama, o dia havia sido estranhamente diferente dos meus dias habituais. Em seguida, peguei meu velho saxofone, que continuava pendurado na parede do que um dia foi meu quarto e refúgio, entoei uma linda canção... Adoro o som do saxofone, me acalma e me ajuda a refletir. Enquanto tocava aquela bela canção de Kenny G, meu celular começou a tocar. Olhando a tela percebi que era Brad:— Eu.— Fala, meu irmão. Tá fazendo o quê?— Desenferrujando meu velho saxofone.— Não tá a fim de uns drinques e um papo? Faz tempo que a gente não se fala direito.— Tô precisando mesmo... Aonde?— No mesmo lugar de sempre.— Daqui a meia hora te encontro lá.Logo cheguei ao local onde tantas histórias aconteceram. Era um bar que costumávamos frequentar na &e
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Capítulo 5/Destinos Cruzados
Observei Charlie durante alguns minutos e entrei no estúdio dizendo:— Garoto... Você realmente tem talento! Acho que seu único caminho é o céu! Prazer, sou Matthew.— Obrigado! É um prazer te conhecer, já faz tempo que tenho essa vontade, as referências que tive de você como produtor foram muito boas.— Não é muito difícil produzir quem já tem um talento natural desses, fico feliz por você ter nos procurado...— Não falei, Matt, que o garoto tinha futuro? — Brad batendo em minhas costas.— E não exagerou! Vou investir na sua carreira, Charlie. E vamos começar logo, quero suas músicas gravadas para que eu as ouça, assim que tivermos um bom repertório, gravaremos as demos e divulgaremos na mídia... Tenho certeza de que vai engrenar. Você toca apenas viol&atil
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Capítulo 6/Reencontro
Levantei cedo, apesar de não ter conseguido dormir quase a noite toda. Reencontrar Jen, depois de tantos anos... Ela havia marcado minha vida, fez história na minha alma... Sei que éramos adolescentes, talvez nem tivéssemos ficado juntos, mas a pior coisa que existe, a meu ver, é nunca saber como uma história vai terminar... É como nunca saber o final de um livro que termina inesperadamente... Uma música sem as notas certas para compor a melodia... Uma música sem final. Você pode tentar imaginar o encerramento, mas nunca terá certeza de absolutamente nada... Essa era a minha história com Jen.Tomei um banho, fiz a barba, que estava por fazer há dias, passei as mãos pelos cabelos ainda molhados e fiquei me olhando no espelho por alguns momentos, tentando encontrar o Matt de dezessete anos. Não encontrei... Eu era a mesma pessoa, mas diferente. Havia adquirido experiênc
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Capítulo 7/Primeiras Pistas
Durante o trajeto até o hospital, tentava imaginar o que aquele idiota da van preta pretendia. É fato que foi proposital, talvez os avisos de Ramires devessem ser levados em consideração... Mas por quê? Qual era o verdadeiro motivo do assassinato de meus pais? Qual seria a história nebulosa que rondava a minha família?Sentia dores pelo corpo, mas não parecia haver nenhum osso quebrado. Os paramédicos, durante o trajeto, me apalpavam, me questionavam a respeito de lugares mais doloridos que outros. Finalmente chegamos, fui recebido por uma médica, que imediatamente me levou para a sala de tomografia.Fiz o exame: nenhum órgão havia sido lesionado, sou mesmo forte como um touro... O carro capotou tantas vezes, que ao final do trajeto, mais se parecia com uma lata de sardinhas.Depois de vários outros exames, que atestaram que meu interior estava intacto, como lembranç
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Capítulo 8/Acontecimentos Inesperados
Levantei cedo, o corpo ainda acusava o acidente da sexta à noite. Tomei um banho, meus ferimentos já não ardiam tanto, estava até que me recuperando rápido... Olhando para trás, poderia ter sido bem pior do que foi.Desci as escadas e logo vi Bernarda.— Bom dia, menino Matt! Como passou a noite, meu filho?— Estou bem melhor, Bernarda! Já não sinto tantas dores como ontem.— Pena que esse lindo rosto ainda carrega alguns hematomas... Tome cuidado, Matt. Contrate de volta os seguranças que trabalhavam para seu pai! São todos bons. Você não deve mais ficar andando por aí sozinho. Eu não sou surda, filho. Sei que não foi um simples acidente. Ouvi aquela moça bonita falando com seu amigo aqui embaixo ontem.— O que eles estavam falando, Bernarda?— A moça não queria muita conversa com ele, n&
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Capítulo 9/August
Foi uma semana difícil... Helen não foi trabalhar, e, sozinho, continuei a investigação dos sócios e acionistas da metalúrgica. Não cheguei a nenhuma conclusão. Recontratei os dois seguranças que acompanhavam meu pai. Não me sentia confortável com aquela situação, mas o momento exigia cautela.Trabalhava de manhã na empresa e, à tarde, ia até a produtora. O contrato com Charlie já estava pronto, o CD demo também, estava analisando as músicas para ver quais apresentaríamos nas gravadoras.Brad e eu ficamos meio estremecidos depois do encontro dele com Helen em minha casa, mas já estava voltando tudo ao normal.Não costumo ficar dando asas para situações negativas, achei melhor não tocar mais no assunto, apesar da insistência de Brad em querer saber qual o tipo de relacionament
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Capítulo 10/Perdido
O silêncio dentro do carro era sepulcral... Nem eu nem Helen sabíamos o que fazer, ou como processar as informações que haviam caído sobre nós como uma bomba. Como imaginar Jen sendo minha irmã? Aquilo era surreal demais e envolvia tantas coisas... Naquele momento, sentia muita raiva de meu pai, não sabia como colocar isso para fora, estava entalado. Precisava falar, antes que me engasgasse. Imagens de momentos tão íntimos com Jen passavam pela minha cabeça... Podia ser que aquele homem estivesse mentindo?— Helen? — quebrei o silêncio sem saber exatamente o que diria.— Fala, Matt. Se é que você sabe o que dizer, porque eu sinceramente, não tenho palavras.Mais uma vez, Helen descrevia o que eu estava sentindo naquele momento.— Você consegue dimensionar esta situação?— Tô tentando... Acho q
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