Empurrei o homem abruptamente, mas ele tentou me agarrar novamente.— Vem cá, gatinha. — disse ele em um péssimo inglês.— Primeiro aprenda a falar inglês. Depois agarre quem queira você, porque eu não quero.Pelo jeito, ele entendeu minha resposta como um incentivo.Minhas amigas, que estavam dançando com dois caras aleatórios, soltaram-se deles e vieram imediatamente em minha direção. Elas me conheciam o suficiente para saber que, quando eu me irritava, me transformava.— Amiga, não... — Bia disse.Mas já era tarde demais.Dei um soco no rosto do homem, que cambaleou antes de cair no chão.— Você está maluca? — perguntou, limpando o sangue que escorria do nariz.Aproximei-me lentamente e encostei a ponta do meu salto entre as pernas dele.— Você teve sorte. — Olhei diretamente em seus olhos. — Porque, se fosse em outra época, eu teria esmagado as suas bolas. Agora desapareça.O homem arregalou os olhos, pediu desculpas e saiu correndo.Subi em uma das mesinhas e chamei a atenção de
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