A noite do casamento de Saimon e Louise não terminou com um simples apagar de luzes, mas com uma transição suave entre o êxtase da celebração e o silêncio profundo de uma paz conquistada a duras penas. O céu da Toscana, agora um manto de veludo cravejado de estrelas, parecia abraçar a Fazenda , selando as promessas feitas sob o pôr do sol. Após horas de danças que fizeram as pétalas de tulipas voarem pelo ar, e de um banquete que satisfez não apenas o corpo, mas a alma, a festa começou a minguar de forma natural. O cansaço, banhado por vinhos nobres e risadas sinceras, começou a pesar sobre as pálpebras dos convidados. Saimon, com o braço possessivamente ao redor da cintura de Louise, a conduziu degraus acima. O olhar que trocaram na entrada do quarto era um universo à parte; não havia mais medo, apenas a expectativa de uma vida comum. Thomas e Julie também se recolheram, trocando confidências baixas sobre o sucesso da noite. Sebastian, após garantir que Arthur estivesse bem instala
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