College - UCLA Bruins

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Resumo
Índice

Westwood é um dos bairros mais seguro e prestigiado Los Angeles, não mais condizente para um bairro que acomoda a poderosa Universidade da Califórnia – UCLA. O majestoso campus hospeda diversos estudantes de regiões distintas do território americano e isso inclui também filhos de magnatas da alta sociedade, os estudantes mais cobiçados da Universidade. Jenna, Makayla, Josh, Kyle, Will e Candece formam um dos grupos de adolescentes desordeiros que usufruem do poder, fortuna e privilégios que giram em torno de seus mundos cheio de perdição, e infringências. O doce gosto da liberdade junvenil e quebra das regras resumem-se em festas, amigos, rachas, viagens, bebidas e drogas. Talvez o filho de um dos maiores traficantes da região não tivesse a intenção de fazer um acordo o pai, mas o que ele jamais poderia imaginar é até que ponto as pessoas se transformam devido a ganância e o quão longe a busca pelo supremo controle da rede de tráfico pode chegar. Quanto mais ele se envolvia, mais os cursos da sua vida e de seus amigos entram na aposta. Fortunas, vidas e sentenças judiciais estão em jogo. Ainda assim um romance, o mais puro dos sentimentos, poderia ser capaz de salvar uma jovem das mãos de um psicopata? “Você parece tão doce enquanto sonha Segurando sua garrafa de Tanqueray Nem é o fim de semana Amor, é assim que eu sei que você é o cara para mim Quero festa e bobagens [...] Estamos arrasando a cidade Porque é assim que fazemos.” - Rita Ora, How we do

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21 chapters
Apresentação
PRÓLOGOWestwood é um dos bairros mais requisitados e prestigiados de Los Angeles - Califórnia, seja pela tranquilidade e clima harmonioso ou por ser tomado pela variedade de opções de lazer e abundante sagaci
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CAPÍTULO 1 – FLASHBACK
A roda ficou em silêncio completo. Alguns pensaram, até, ter ouvido errado a declaração do colega que já não estava sóbrio há horas. Consideravam o tanto de álcool que ele tinha ingerido, mas não podiam simplesmente ignorar aquela informação. Porque afinal todos sabiam que Kyle e Makayla eram um casal enrustido que não assumiriam que gostavam um do outro de verdade até que a garota mostrasse bandeira branca. Contudo, Makayla obedecia às suas regras assiduamente de não se evolver com amigos e evitar se apegar a mulherengos. Kyle se enquadrava em ambos quesitos. Então, para os amigos, a oportunidade de saber que possa ter acontecido algo a mais do que sabiam era interessante.- Eu sabia! - Jenna soltou eufórica. - Eu sabia que vocês já tinham transado!- O que? - soltou uma desconcertada Makayla, e ignorando a
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CAPÍTULO 2 – WELCOME
Retornar à rotina estudantil e acadêmica para alguns universitários podia ser bem estressante, mas para outros significava grande alívio. Há quem ainda prefira viver em prol da semana corrida, com livros pesados em mãos, trabalhos extensos a ser entregues em prazos curtos só para desfrutar das noites de gandaia, irmandade com outros estudantes, um longo período de tempo afastados dos pais e a sensação de liberdade que isso lhes proporcionava.O último final de semana de férias havia chegado ao fim e com isso o período oficial de aulas retornara. Comum nas primeiras semanas é encontrar jovens ainda perdidos pelo campus, alunos relevantemente atrasados, veteranos metidos dando o ar de sua graça querendo mostrar "quem é que manda" e alguns novos integrantes de repúblicas cumprindo trotes por conseguirem fazer parte de tal comunidade em pleno jardim da UC
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CAPÍTULO 3 – ROAR
Kyle e Makayla se beijavam.O desespero demonstrado por mãos que desciam do pescoço aos ombros, dos ombros aos braços e assim seguiam a diante; A necessidade nítida de conhecer o corpo do outro de uma maneira diferente da que já estavam acostumados, de uma maneira mais íntima; A batalha que disputavam pela posse da língua dentro da boca do outro era incontrolável. Se nada era o que antes pensavam, agora mil coisas corriam por ambas mentes.O desejo reprimido, a sensação desconhecida, o prazer promovido, a satisfação dos toques exatos em pontos estratégicos, a certeza e a dúvida, além de muitos outros pensamentos inapropriados.Foi quanto tudo se interrompeu. Excesso de pensamentos fizeram Makayla afastar Kyle empurrando levemente seu peitoral, assustada.-O que estamos fazendo? - Um sopro sem voz saiu da garganta da moça.Ofegante, Kyle a
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CAPÍTULO 4 – DODGE
- Vai me falar o porquê dessa cara de merda, ou vou ter que adivinhar? – Soltou Will com sua delicadeza tocante enquanto abria uma garrafa da cerveja e se sentava na poltrona ao lado de um Kyle surpreendentemente quieto. Os colegas assistiam a final da Champions e enquanto os demais debatiam e discutiam jogadas e passes errados o outro parecia ter a cabeça bem longe dali. Talvez onde estivera nos últimos dias.- Só tô concentrado no jogo. – Murmurou sem tirar os olhos da tela.- Conta outra Kyle, toda final de futebol você vira um galo de briga e sai no soco com pelo menos dois dos caras. – Will riu antes de dar uma grande golada na cerveja gelada. – Já estamos nos vinte e cinco do segundo tempo e você ainda está aqui sentado parecendo uma ameba.- Isso se chama amadurecimento.- Não, com certeza não é isso. – A
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CAPÍTULO 5 – CHARLES
- Eu não tenho nada para falar com ele.Jason respirou fundo, contou mentalmente até dez e soltou, controlado:- Qual é, Kyle? Estamos nessa há anos. Vamos mudar um pouco o nosso diálogo, porque eu sinceramente já estou entediado com todo esse script que se repete anualmente.- Então vê se não me enche mais. Eu já disse dezenas de vezes que não quero ter nada ligado a você, muito menos a ele. - Kyle soltou exasperado - Ele deu a palavra, concordou em não me procurar mais se eu ficasse de bico fechado e até agora eu não dedurei ninguém.- Will sabe.- Não. - Negou imediatamente - Ele acha que Charles quer contato porque quer se redimir por ter me "abandonado". Felizmente ele não sabe da verdade, e felizmente ele não sabe sobre você.- Isso quebra meu coração, irmãozinho<
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CAPÍTULO 6 – PÍER 3.9
Makayla sentia ao longe uma voz chamar seu nome.Ela resmungou duas vezes antes de mudar de posição.A voz tornou a chamar, porém, desta vez, sentiu o interior de seu braço ser levemente pressionado. Então ela cedeu, infelizmente a hora da soneca estava dada por encerrada.A claridade tomava conta do lugar, sentia isso mesmo de olhos fechados. Ela respirou fundo três vezes antes de se espreguiçar e alongando os braços percebeu-se limitada ao espaço onde estava.Ao sentir o frio do vidro em uma extensão e uma textura macia na outra, abriu os olhos imediatamente, constatando que estava dentro de um carro, especificamente no banco do passageiro, e ao seu lado encontrava-se um sorridente Kyle.Rapidamente recolheu as mãos, uma delas constrangedoramente estava no rosto do rapaz, e coçou os olhos sentindo-se envergonhada.- Desde quando tô capotad
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CAPÍTULO 7 – CANNABIS
- Napa Valley, com a degustação de vinho e piquenique na vinícola; Santa Cruz e o famoso Vale do Silício, que, aliás, é repleto de pessoas incríveis; Monterey, com aquele aquário cheio de peixes que eu nunca tinha visto na minha vida; San Simeon, que tem aquele castelo em estilo europeu magnifíco; Santa Barbara, ainda sinto a dor da picada daquele avestruz que eu gentilmente tentei alimentar; San Diego e o Sea World; As trilhas no Grand Canyon ... Tô esquecendo de algum?- Não Makayla, mas fique à vontade em nos matar de inveja com as próximas viagens que o Kyle planejou para vocês. - Respondeu uma Jenna emburrada, revirando os olhos.- Eu sempre convido, são vocês quem recusam todas as vezes. - a amiga retrucou em bom humor enquanto amarrava os cadarços de seu tênis de corrida.- E você acha que iríamos para segurar vel
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CAPÍTULO 8 – TRADIÇÕES
- PUTA QUE O PARIU, MOLEQUE! - O homem bateu com a mão sob a mesa, espelhando um som agudo.- Você não me intimida, Charles. Já devia saber disso - Kyle retrucou pacificamente, revirando as órbitas teatralmente quando os olhos de seu pai se esbugalharam ainda mais, por conta de sua resposta grosseira.- Vai com calma, Kyle - Jason aconselhou rindo nasaladamente, jogado sob a cadeira confortável ao seu lado.Kyle deu de ombros, porém Charles não percebeu. Este havia fechado os olhos e pousado os dedos sob as têmporas, massageando-as lentamente. Os garotos assistiram o pai respirar fundo cinco vezes seguidas, para quando abrisse os olhos estivesse parcialmente mais calmo.- Você quer me dizer que durante esses quatro meses ela não mencionou nada sobre o pai? NADA? - Os truques de meditação usados a meio minuto atrá
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CAPÍTULO 9 – TEXAS
- Então ela disse que não vai passar o Natal em casa com a família, - relatou tristonho - não podia deixá-la assim... Desamparada. Ainda mais sabendo o real motivo.- E por isso a convidou para passar o Natal com a mamãe? - Jason indagou contendo o sorriso. - Só por isso mesmo?- O que quer dizer, Jason? - Kyle estreitou os olhos, desafiando-o.- Que, talvez, você realmente quer que a mamãe conheça a sua namorada.- Não é minha namorada de verdade, você sabe. - ele deu de ombros, mentindo.- Kyle. - Aclamando por sua atenção, Jason permaneceu sério mesmo quando o outro lhe mirou, também sério. - Eu sei.- Sabe o que? - Disse desviando-se do olhar acusatório do irmão, numa tentativa falha de dar por desentendido.- Eu sei e não vou falar para o Charles, se &ea
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