Memórias de um Crime

Memórias de um CrimePT

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Resumo
Índice

Até onde as cicatrizes do passado podem nos levar? Para a jovem Catarina, ser uma das testemunhas oculares de um crime bárbaro e não devidamente solucionado, despertou uma sede inabalável por justiça. Quase três décadas depois do evento que marcou sua infância, a agora policial Catarina Salles, busca a todo custo reabrir o caso e trazer à luz os nomes dos assassinos: os homens que ficaram impressos na sua memória, e que agora ameaçam não apenas a sua vida, mas também a de todos a quem ela ama.

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23 chapters
CAPÍTULO 1
Suspirei profundamente. Queiroz sentou-se em sua cadeira. Meus olhos se focaram na luz que refletia em sua cabeça calva. Ele fitava o vazio em sua frente, seus óculos estavam repousados na gola da sua camisa. Ele foi o segundo a suspirar profundamente, estávamos exaustos de tanto pensar. Os outros rapazes permaneciam em silêncio, ninguém sabia o que fazer diante do ocorrido. Para ser mais exata, não se ouvia nada em toda a delegacia, nem mes
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CAPÍTULO 2
Uma de minhas melhores habilidades é minha grande capacidade de memória, não apenas de lembrar diálogos, mas de lembrar até mesmo de pequenos detalhes. Isso me facilita muito quando descrevo as cenas de crime para meus superiores, cada detalhe é muito importante para solucionar cada caso. Recordo-me que minha mãe sempre me incentivou com atividades de memórias, percebendo desde cedo essa habilidade. Como ela sempre dizia, um dia isso seria de grande utilidade - e de fato, hoje o é.Ler mais
CAPÍTULO 3
Aproveitei que estava em minha cidade natal e fui para a delegacia verificar o arquivo. — Preciso de um arquivo, mas não sei o número dele — falei na esperança que Helena pudesse me ajudar.Ler mais
CAPÍTULO 4
O barulho de buzina em frente à casa de minha mãe fez com que eu corresse e pegasse minha mochila. Despedi-me de minha mãe rapidamente antes de sair.Enquanto olhava eu me aproximar do carro, ela gritou me pedindo:Ler mais
CAPÍTULO 5
Após o trabalho, eu sempre voltava pela mesma rua para chegar até o meu apartamento. Eu observava a loja de conveniência que ficava aberta vinte e quatro horas por dia para alimentar os jovens famintos que ainda procuravam por diversão. Era estranho como eles viam diversão até em comer.Todavia algo fez com que eu aumentasse a velocidade dos passos ao entrar na trilha pela floresta - ela cortava a grande estrada até o condomínio
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CAPÍTULO 6
Eu e Henrique almoçamos em um restaurante próximo a delegacia. Precisava pedir que ele me acompanhasse para poder verificar as câmeras de segurança sem que os demais rapazes ficassem em alerta com algo que não tínhamos certeza.— Então está me dizendo que alguém está te perseguindo? — Henrique perguntou tomando um gole de seu suco.

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CAPÍTULO 7
Percebi que algo estava errado. Todos me lançaram olhares curiosos, inclusive meus colegas de trabalho. Estava começando a ficar aflita, até que o senhor Tomas Ferreira me chamou para sua sala.Ele quem comandava nossa delegacia, estava acima do senhor Queiroz.Ler mais
CAPÍTULO 8
Eu encarava a estrada, minha mente estava tão vazia que apenas percebi que passávamos pela estrada do galpão, quando Erick aumentou o volume da música, fazendo o que eu sempre fazia para as memórias não voltarem.Uma mensagem chegou em seu celular e, com uma das mãos no volante, olhou brevemente seu celular; com um sorriso no rosto, colocou-o no meu colo.

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CAPÍTULO 9
Acordei quando ouvi a risada escandalosa de minha mãe. Olhei rapidamente o celular torcendo para que não houvesse perdido o horário e ainda era sete horas da manhã, obviamente minha mãe já estava acordada.Troquei de roupa e atravessei o corredor sem olhar para os lados até chegar ao banheiro. Pelas vozes, Erick já estava acordado e fazia companhia a minha mãe.

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CAPÍTULO 10
Chovia forte na cidade. O bloco do meu apartamento ficava em uma região que não pegava muito sol, porém era o lugar mais barato naquele momento. Isso não é um problema quando não se fica muito tempo em casa, mas Ler mais