A cena do hospital na noite profunda estava isolada e tranquila.
Daniel abriu a porta com cuidado e saiu de um quarto de hospital. O paciente parecia adormecido, pois o quarto estava escuro.
Daniel caminhou pelo corredor com passos lentos e sentou-se em uma cadeira longa ao lado. Seu rosto, com olheiras escuras ao redor dos olhos, parecia um pouco cansado.
Foi então que ele apoiou a cabeça contra a parede e fechou os pesados párpados. Sentiu seu telefone vibrar no bolso. Daniel pegou seu cel