32. ÉDER
Franklin foi embora buscar Kira, e desde o instante em que saiu da minha casa uma inquietação tomou conta de mim. Eu me perguntava se ela realmente teria coragem de vir. Fui até a cozinha e servi uma xícara de café, mas nem o gosto forte da bebida conseguiu acalmar meus pensamentos. Kira mexia comigo de uma maneira perigosa, intensa e descontrolada.
Meu celular vibrou sobre a bancada. Lukas me ligava, pedindo que eu verificasse um e-mail vindo do Canadá. Subi para o quarto, abri o notebook e