Naquelas primeiras semanas resolvi morar um tempo com Cristina. Ela insistiu, e resolvi aceitar. Ela era uma tia babona e há todo momento queria saber como o bebê estava.
Mas eu sairia de seu apartamento, eu queria um lugar só para mim e já estava vendo um apartamento próximo.
Henry não havia mais falado comigo desde nossa conversa, e nem sequer havia assinado o divórcio que eu já tinha entrado com os papéis.
Todos os dias eu checava o andamento, mas não havia nada. Eu não estava entendendo,