Naquele dia eu estava radiante, tinha medo que as pessoas notassem aquela felicidade toda. Tinha acabado de tomar o chá de ervas, quando Lizibeth entrou.
- bom dia senhora.
- Lizibeth, olá. - ela abriu um sorriso de canto.
- tem algo novo em seu olhar.
- o que? - desviei o olhar, ela se aproximou.
- é, um brilho novo. Fico feliz por vê-la tão contente. - a fitei cheia de sorrisos.
- é... Eu estou feliz hoje.
- é? E posso saber o motivo de sua felicidade?
- uma noite de sono bem dormida.