Aurora acordou com a sensação de que, pela primeira vez em muitos anos, podia respirar sem que o peso do passado comprimisse seu peito.
A luz dourada do fim da manhã atravessava as cortinas do quarto de Adrian, desenhando faixas suaves sobre os lençóis desalinhados e sobre o corpo do homem deitado ao seu lado.
Seu noivo.
Só de pensar na palavra, um sorriso involuntário curvou seus lábios.
Aurora ergueu a mão esquerda e admirou o anel.
Delicado.
Elegante.
Perfeito.
Exatamente como o homem que o