A madrugada estava silenciosa.
O quarto era preenchido apenas pelo som constante das ondas quebrando na praia e pela respiração tranquila de Adrian.
Aurora despertou com uma sensação diferente.
Uma pressão intensa no baixo ventre.
Ela franziu o cenho.
Sentou-se devagar na cama.
No mesmo instante, um líquido quente escorreu por suas pernas.
Aurora arregalou os olhos.
Por um segundo, ficou imóvel.
Então levou a mão à barriga.
E sorriu, emocionada.
— Adrian.
Ele abriu os olhos imediatamente.
Ao ve