A noite caiu sobre Nova York como um manto pesado.
No escritório improvisado de Jean Luca, em um prédio discreto no Lower Manhattan, o ar estava carregado de tensão. O local parecia mais uma fortaleza do que um escritório comum: paredes escuras, vidros blindados, seguranças em cada corredor e câmeras por toda parte.
No centro da sala, um homem estava amarrado a uma cadeira de metal.
As mãos presas atrás do corpo.
O rosto ensanguentado.
A respiração irregular.
Sergei.
O braço direito de Viktor.