A sala ainda estava carregada.
O vídeo congelado na tela.
A imagem do invasor parada.
Mas a sensação de perigo…
continuava em movimento.
Aurora cruzou os braços.
— Então temos um atirador profissional.
— Sim — respondeu Adrian, seco.
— E ele sabe onde você mora.
— Isso é o pior.
Silêncio.
Pesado.
— Isso não foi aleatório — continuou ela.
— Nunca é.
— Então alguém mandou.
— Alguém sempre manda.
Silêncio.
Aurora respirou fundo.
— E você já tem ideia de quem?
Adrian não respondeu de imediato.
O ol