O silêncio dentro da casa era pior do que os tiros.
Porque agora…
não havia dúvida.
Era real.
Era direto.
E era perigoso.
Aurora ainda estava no chão.
A respiração acelerada.
O corpo quente.
E o coração… completamente descompassado.
Adrian ainda segurava o rosto dela.
Como se tivesse medo de que ela desaparecesse.
— Me diz de novo — ele pediu, a voz baixa, mas tensa — você está bem?
Aurora assentiu.
— Eu estou.
— Tem certeza?
— Tenho.
Ele analisou cada detalhe.
Cada expressão.
Como se procurass