— Eu vou matar você! — gritei. — Eu vou te matar!
— Eu juro que não vão faltar oportunidades — resmungou entredentes, com o punho fechado. — Você não tem ideia — ele sacudiu sua cabeça para os lados e deu um sorriso doentio —, dos meus planos para você. Você não faz ideia das formas que eu imaginei matar você. — Ele apontou a adaga que estava na sua outra mão para o meu pescoço, aplicando uma suave pressão. — Eu poderia acabar com isso tão rápido. — Sua voz pareceu melódica, calma, mas seus