Quando senti uma mão gelada no meu rosto, eu abri os meus olhos, despertando devagar.
Minha mãe estava lá, com seus grandes olhos marrons me olhando.
— Ei — disse suave. — Como vai, querida? Estava em um sono inquieto.
— Mãe! — Fui tomada por grande alegria em vê-la. Apoiei devagar os braços na cama, percebendo que estava com uma solução intravenosa conectada no braço. Com dificuldade usei os braços como suporte para me sentar. — Onde está o papai? — Ela me abraçou forte, tentei manter