Ele pegou a caixa de sua mão e Isabelle e estendeu a mão um pouco trêmulas, ele então colocou o anel em seu dedo.
Os olhos dela se umedeceram.
Alfonso percebeu, mas ele jamais imaginaria que ela chorava não de emoção por estar sendo pedida em casamento, mas porque estava com o coração em pedaços.
Alfonzo, com um sorriso largo, chamou o garçom e pediu uma champanhe.
- Temos que comemorar, vou rovidenciar a festa de noivado.
- Acho que não há necessidade. Isabelle, voltando a si, disse.