Angeline estava no quarto, distraída olhando pela janela, quando um movimento lá fora chamou sua atenção. Pela janela, viu uma van branca estacionar diante do portão principal.
Ela franziu o cenho.
Van? Àquela hora?
Lá embaixo, o segurança se aproximou.
— Entrega para a senhorita Angeline. Anunciou o motorista, com um sotaque leve.
O segurança ergueu uma sobrancelha, desconfiado.
— Entrega?
— Sim. De Marco. Um presente de casamento.
Ao ouvir o nome de Marco, o guarda relaxou imediatamente.
— Ah. Certo, pode entrar.
O portão se abriu. Angeline estreitou ainda mais os olhos. Nada naquela situação parecia normal, entrega aquela hora? Numa van?
A van avançou pela entrada de pedras até parar diante da porta principal. Apenas Margaret e ela estavam em casa naquele momento.
Angeline desceu as escadas devagar, e encontrou Margaret já abrindo a porta, animada como uma criança diante de presentes de Natal.
— O que foi? Angeline perguntou, descendo o último degrau.
— Uma entrega! Margaret sorri