A mulher desceu do carro e andou em direção a ele. Sorriu e segurou nas mãos dele, inclinou-se e falou alguma coisa no ouvido. Os dois lançaram-me um olhar confuso. Ele virou-se para mim e finalmente reparou na minha presença.
— O que fazes aqui? — olhou pra mim, parecia horrorizado com a minha presença ali. Se eu não soubesse, chutaria a hipótese de que ele nem percebeu que eu estava no carro, ou nem ouviu as coisas que disse durante o trajeto.
— E que sangue é esse na cabeça?
Levei a mão a