Quando percebeu que a víamos, ergueu o copo num brinde silencioso e sorriu.
Aquele sorriso.
O tipo de sorriso que anuncia tempestades.
Entramos novamente. O ar da casa parecia mais denso do que antes, como se até as paredes tivessem ouvido a conversa no jardim.
Sofia caminhava à frente, elegante, com aquele porte que impunha respeito sem precisar levantar a voz. Eu vinha logo atrás, tentando disfarçar a confusão que ainda me rodava a cabeça.
Syara estava na sala.
A mesma postura de sempre