Naila
A empregada, mesmo sem autorização, anunciou:
— É a senhora Sofia. Ela está muito aflita.
Arthur franziu a testa, o seu instinto controlador subindo à superfície, mas algo na urgência daquela interrupção fez com que ele se levantasse. Ele olhou para mim, depois para a porta, e suspirou, um gesto que traiu uma ponta de irritação.
— Deixo-vos a sós — disse ele, com um desdém contido. — Têm dez minutos para pôr a conversa em dia. Espero que ela tenha algo útil para dizer.
Ele afasto