Naila
Os dias passaram-se como se estivéssemos a viver numa realidade paralela, isolados dentro da fortaleza que ele construíra não para me prender, mas para me proteger. A nossa rotina tornara-se uma dança de cumplicidade; ele já não era o CEO inacessível, e eu já não era a prisioneira que contava os dias para escapar. Havia uma paz nova, quase estranha, que se instalou na mansão.
Certa manhã, enquanto tomávamos o café, Arthur permaneceu em silêncio por mais tempo do que o habitual, o olhar pe