A casa, que durante tanto tempo pareceu um mausoléu de silêncio e esperança perdida, agora respirava uma vida diferente. O som dos passos de Syara era o novo ritmo da minha rotina. Não era o caminhar leve de antes; era um arrastar pausado, acompanhado pelo som metálico e rítmico da bengala contra o chão de mármore.
Ela parou no meio do hall, apoiando-se com força no suporte, o rosto contraído numa expressão de desdém por aquela fragilidade que o seu corpo ainda lhe impunha.
— Estás a olhar para