Renata
Ele levou a mão até meu rosto com uma lentidão quase reverente. O polegar deslizou pela minha bochecha ainda quente, afastando uma mecha úmida de cabelo da minha testa. O toque era suave, diferente de tudo que viera antes naquela noite.
— Como você está se sentindo? perguntou, a voz baixa, sincera. Não havia pressa ali. Só cuidado.
Respirei fundo. Meu corpo ainda vibrava, mas minha mente estava estranhamente clara.
— Muito bem respondi, com um sorriso pequeno, porém firme. Melhor do qu