Renato
Meu rosto ainda queimava não só pelo que fizemos, mas pela aparição completamente absurda do Antony com um pratinho de bolo.
Se eu viver cem anos… nunca vou esquecer disso.
Eu respirei fundo, tentando recuperar um mínimo de dignidade, e puxei o vestido para cima, ajeitando a alça que ele tinha baixado com tanta fome. Minha mão tremia. Meu corpo ainda pulsava.
— A gente… precisa voltar consegui dizer, a voz fraca, rouca demais para alguém que supostamente só “foi pegar um ar”. Minha a