A noite fora frustrante. Mais uma vez, naquele clube imundo, a ruivinha atrevida me dispensara com um sorriso que mais parecia um insulto. Nunca vira mulher tão insolente, tão irritantemente fascinante. Já era tarde quando, frustrado e com o gosto amargo da rejeição na boca, resolvi ir para casa. Estava quase chegando quando me lembrei das pendências com o gerente, aquele sujeito roliço e sempre sorridente que me devia favores.
Voltei, meu irmão, Derrick, ao meu lado no Camaro. O ronco do moto