XANDER
Eu estava parado à janela, observando o sol descer no horizonte e tingir o céu com um brilho âmbar, enquanto a brisa suave trazia o aroma da terra fresca e a tranquila promessa do entardecer. Inspirei fundo, sentindo o ar frio preencher meus pulmões e, por um instante breve, me permiti sentir paz, embora soubesse que essa sensação seria passageira. Afinal, pensei, talvez hoje fosse o dia em que me reuniria com meu pai no pós-vida, e o peso dessa constatação apertou dentro de mim, porque,