Chelsa parecia surpresa quando eu abri a pesada porta de madeira; ela imaginava que quem abriria seria meu companheiro adormecido. Sorri pra ela, minhas mãos apertando o robe sobre meu -agora coberto- corpo nu.
Depois da conversa na última noite, e nós dois nos desculparmos infinitas vezes, só deixamos nossos corpos expressarem o que não conseguimos com as palavras. Não foi com força, ou cheio de brincadeiras como normalmente era. Dessa vez, fomos devagar, nos sentindo, sem pressa, como se esti