Capítulo 52 Águas turvas
Um silêncio que era assustadoramente familiar me cercou, enquanto eu mergulhava nas águas profundas, que mais parecia tinta do que água, de tão turva. A corda amarrada no meu pulso dançava a cada braçada. O frio era de gelar os ossos, e tudo isso me trouxe lembranças da última vez que eu nadei.

Pedaços minúsculos de vidro voavam por mim, meu cabelo ainda molhado do treino. A mãe de um amigo estava me dando uma carona pra casa, quando uma caminhonete bateu na traseira do carro; eu gritava de dor
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