Capítulo 4

Maurício

A casa estava silenciosa, Emily deveria estar dormindo e Ethan no serviço, ele pegava todos os plantões que podia para alcançar o desejo de virar enfermeiro chefe. Vê saiu com Agatha depois do barzinho e apostava estar fazendo o mesmo que eu iria fazer. Passar a noite com uma linda mulher.

Olhei para Isadora que observava o ambiente com interesse. A casa estava limpa e arrumada como sempre, Emily, uma pequena general e não deixava seus irmãos mais velhos bagunçar. Resolvemos que ela cuidaria da casa e estudaria, então pegávamos uma mesada e sua faculdade. Não que não queríamos que ela trabalhasse, longe disso, sim, achávamos que os estudos eram mais importantes e íamos de qualquer jeito pagar alguém para cuidar de casa e fazer faculdade e trabalhar fora era complicado, não que cuidar de três marmanjos não fosse.

— Gostei da decoração. — Isa deu um passo para dentro da sala, onde uma TV de cinquenta e duas polegadas, ficava embaixo o videogame e o aparelho de som. Um sofá de três lugares em frente a ela e mais dois de dois andares na lateral. Olhei o lugar tentando imaginar o que ela estava pensando sobre o meu lar.

— É um estilo nosso, todo mundo ajudou a escolher. — Ela olhou em direção a porta da cozinha. — Aquele é o nosso santuário, lugar sagrado onde tem as melhores coisas da vida.

Isa gargalhou, sua risada era bonitinha. 

— Doces? — Fiz que sim com a cabeça. — Mando foto de bom dia para o Vê com doce, todos os dias, fiquei sabendo que são apaixonados por doces.

— E você, não é? — Olhei para silhueta cheia de curvas dela, torcendo para não ser uma daquelas mulheres chatas que ficava controlado o que come.

— Amo comer, mas confesso que meu paladar mudou muito, para doce, sinto meio enjoada quando como, então fico no chocolate, adoro um brigadeiro, uma tortinha de limão, uma mousse de maracujá, bolo de cenoura, nossa melhor doce do mundo, com aquela cobertura de chocolate durinha.

— Você cozinha?

— Sim, amo fazer doces, ou comida, quando pequena não podia sair para brincar, então ficava na cozinha com a minha babá/enfermeira, nós duas nos divertimos cozinhando.

— Qualquer tipo de doce. — Sorri enquanto puxava uma de suas trancinhas.

— Sim, senhor formiga, todos dos mais complicados até os mais simples. — Ela veio para perto de mim me abraçando, mesmo com seus saltos eu era maior que ela. — E prometi para Vê que iria fazer um bolo de cenoura com brigadeiro para ele e...

— Não, tem que fazer bolo para mim, comigo que vai fazer é SSI. — Ela voltou a gargalhar sem prestar a atenção na seriedade do assunto. — Não estou vendo graça.

— Vou fazer para todos, assim podem dividir e...

— Vai fazer um bolo de um metro quadrado?

— Nossa, para que tanto?

— Mulher, estamos falando de bolo e meus irmãos na mesma frase, isso nunca pode acontecer.

— Temos um menino guloso?

— Não, temos um homem cheio de apetite. — Tomei sua boca carnuda na minha, senti o gosto do suco de uva que ela tomou. Degustei aquela maravilha sem pressa, enquanto descia as minhas mãos por suas costas até chegar ao traseiro redondo dela. Minhas mãos encaixavam perfeitamente ali, dei um apertão e senti ela gemer contra minha boca e levando suas mãos, as minhas costas, como uma gatinha, senti ela me arranhando, isso me dava mais tesão.

— Se você for um bom menino, faço um só para você. — Ela me disse de encontro aos meus lábios, soltei um rosnado e a ergui em meus braços. Seus olhos se arregalaram e rapidamente se segurou em meu pescoço. Comecei a andar com ela pela casa até chegar na escada que dava para o meu quarto. Cada um tinha seu quarto, no decorrer dos anos fui modelando a casa para que nós quatro tivéssemos nosso espaço.

Isadora não tirava os olhos de mim. Comecei a beijar seu pescoço, ela tinha um cheiro doce, como se seu perfume fosse feito de morango e chocolates. Caminhei pelo corredor, passando por cada quarto, o de Emily transmitia luz por debaixo da porta. Fique em paz por saber que minha princesa estava em casa.

Ao chegar no quarto abri a porta e acendi a luz. Minha cama king size perfeitamente arrumada me esperava. Fechei a porta com o calcanhar, e caminhei para lá, puxei a colcha com uma mão e pus Isadora no meio do colchão. Olhei para a brancura do lençol fazendo contraste com a pele dourada, um tom mais escuro que o meu. As trancinhas azuis, espalhadas, ela me olhava com um sorriso no rosto e olhos brilhantes.

Peguei uma de suas pernas e alcancei o zíper da bota, deslizei para baixo e a tirei, fiz o mesmo com o outro pé, depois com as meias. Tirei os meus próprios calçados e ia até ela quando a mesma sentou na cama.

— Tira a camisa para mim — pediu, ela se apoiou com ambas as mãos na cama, como se tivesse oferecendo seu belo corpo para mim. Fiz o que ela me pediu. — Oh meu Deus. — Ela deu um salto na cama sentando na beirada e levando as mãos em minha cintura. — Gominhos.

— O quê? — Isa sorriu um sorriso de demônia e veio para mais perto colocando sua mão quente em meu abdômen, ela deu um beijo em minha barriga e logo em seguida uma mordiscada.

— Gominhos, toda mulher precisa ter um tanque para trabalhar. — Ela começou a distribuir beijos e mordidas, e eu sentia aquilo diretamente em meu pau. Deixei-a brincar por uns instantes. Puxei sua cabeça para trás até ela olhar diretamente em meus olhos.

Não disse nada, só apontei para os travesseiros. Ela entendeu a deixa e foi engatinhando de costa até deitar no meio da minha cama. Desabotoei a minha calça a tirando a seguir, vi seus olhos arregalando e engolindo em seco. Modéstia à parte, eu era grande em todos os sentindo, mas nada que uma boa preparação não desse um jeito.

Fui até ela e comecei a despi-la, cada centímetro de pele me dava mais vontade de saboreá-la. Isa, o tipo de mulher que eu gostava, uma que enchia a cama de um homem. Olhei para ela e estava quieta, me observando. Levei minhas mãos no botão das calças os desabotoei, deslizando a peça por suas coxas e a largando em qualquer lugar. Peguei um dos seus pés de unhas vermelhas e comecei a dar pequenos beijos subindo pela extensão de pele expostas até chegar onde eu queria, no seu canto mais íntimo, ela cheirava a mulher, além do seu perfume doce o que sentia era o odor dela. Depositei um beijo por cima de sua calcinha rendada.

— Espera. — Isa se sentou na cama comigo no meio de suas pernas. Parei o que estava fazendo e encarei seus olhos medrosos. Tinha algo ali. Achei melhor ficar onde eu estava, descansei meus braços no colchão e coloquei meu queixo nas mãos é separei. — Hum, qual o protocolo?

— Como? — A encarei sem entender.

— Qual o protocolo para dormir com um homem?

— Não sei.

— Como não sabe?

— Nunca dormi com um homem. — Sorri. Abaixei a cabeça e mordisquei sua coxa, sentir seu corpo tremer. — Nada contra, mas prefiro a suavidade das curvas das mulheres. — Virei para o outro lado é comecei a dar beijos até chegar o cós da calcinha.

— Mas você já fez sexo?

— Sim.

— Então como vai funcionar? — Sentei na cama em sua frente. Isa cruzou as pernas e me olhou perdida, a vulnerabilidade em seu olhar me cativava, queria a colocar em meu colo e a abraçar bem apertado. A mocinha boca dura, com respostas na ponta da língua e uma zoação mesmo em um assunto sério, sumiu.

— Você é virgem, Isadora? — Suas bochechas estavam vermelhas, ela balançou a cabeça que não.

— Na verdade, não sei bem. — Cruzou as pernas e começou a enrolar uma trança no dedo, olhando para meu pau duro, ostentando uma semi ereção. — Tive um cara no início da faculdade, nada sério, não estava pronta para me amarrar com alguém, nem agora estou, não sei se relacionamento é para mim. Nós meio que tivemos um momento íntimo e bem, ele entrou, doeu, eu fiz ele sair e tudo acabou. Não dá para considerar que perdi o cabaço.

— Perdeu o quê?

— A virgindade, cara, foca na história. — Eu sorri para ela. — Descobri que ele era casado e o encanto acabou, dei um basta e até mudei de sala para ficar bem longe do idiota. — Ela parou e apontou para mim. — Você não está em nenhum outro relacionamento?

— Se eu estivesse, você não estaria aqui, pode ter certeza.

— Maravilha, porque tenho o dedo muito pobre para isso. O segundo idiota tinha namorada. Confesso que quando eu descobri meio que aceitei, sei que isso não foi certo da minha parte, mas eu estava infeliz e me achando a última bolacha do pacote. Aquela que ninguém quer, e bem, rolou, não sabia o que fazer, graças a Deus durou pouco, acho que uns dez minutos e ele saiu de cima de mim. Mas uma vez machucou, foi incômodo e ele queria grudar as minhas pernas no teto, só pode.

— Como é? — Ela olhou para cima e apontou.

— Acho que ele achou que eu era filha de contorcionista, só pode. — A carinha dela de indignada me fez sorrir e segura e a gargalhada. — Os dois não eram nem metade do que você é, então nem sei o que fazer e...

— Isadora…

— Sério, você é todo grande, não só na altura, mas aí no amiguinho que não tem nada de inho.

— Isadora…

— Quando criaram o hino nacional e disseram: gigante pela própria natureza estavam falando de tu.

Agora eu gargalhei. A mocinha vinha com cada ideia.

— Isadora, cale a boca.

— Só fiz um elogio e… — A peguei pelo braço e a puxei para mim a trazendo para o meu colo. — Vê estava certo, vou ficar sem sentar por dias, vou parece o loirinho das Branquelas na cadeira de rodas.

— Mocinha, me deixa falar. — Ela olhou para mim toda corada e fez que sim com a cabeça. — Primeiro quero te dizer que você teve dois garotos idiotas, tiveram uma beldade em seus braços e não souberam aproveitar.

— Não sei onde você viu a beldade, preciso perder uns quilos e…

— Não me importo. Gosto do que eu vejo, com ou sem perder peso, isso é uma escolha sua, eu gosto de mulheres que preencham minha cama. Você cumpriu esse papel belamente. — Ela tentou sair do meu colo e acomodei-a de volta no lugar. — Sexo também tem que ser bom para os dois, se não for está fazendo errado, uma coisa que te garanto é que sei fazer certo.

— Convencido. — Ela mostrou a língua para mim, é relaxou seu corpo contra o meu.

— É a realidade, pequena, eu pretendo isso para nós, um bom e delicioso SSI.

— Mas…

— Vou dar uns t***s na sua bunda gostosa se me interromper. — Ela fez um jeito de fechar um zíper e jogar a chave fora na frente da boca. Isa era uma debochada, tudo era motivo de piada. — Agradeço a você ter me falado o que aconteceu, porque agora posso ir devagar para que você aprecie cada momento. — Peguei sua mão e levei até seu monte, fiz ela se acariciar, em primeiro momento, hesitante, depois ela foi se soltando. — Sobre o meu tamanho, é uma questão de estar bem lubrificada. — Agarrei sua orelha e dei uma mordida. — Vamos te deixar bem molhadinha para quando eu entrar seja uma delícia para nós.

— Para nós? — Coloquei a mão dela dentro de sua calcinha e fui guiando ela.

— Sim, vou estar em um paraíso quando estiver enterrado dentro de você. — Ela fez um O gracioso enquanto nós a tocávamos, aproveitei para atacar seu pescoço enquanto com a outra mão tocava o seu seio. Ficamos ali um tempo, Isa respondia com abandono os toques depois que sua hesitação sumia. Toquei-a onde queria, e como queria, até o ponto que ela chegou no ápice.

— Mau Mau, isso foi muito bom. — Ela suspirou.

— Você não viu nada pequena, você me pediu um SSI, só estou dando o que pediu. — Ajudei-a tirar o resto das roupas e me dediquei a saboreá-la por completo, sempre tomando o cuidado de não deixá-la chegar em um novo orgasmo e cada vez que ela xingava e ria. — Aonde vai com essa mão, Isadora?

Peguei suas mãos e levei para cima da sua cabeça prendendo onde estava, o corpo dela estava quente, molhado de suor, sua respiração ofegante, seus belos seios subindo e descendo com marcas da minha paixão.

— Mau Mau, você está sendo mau. — Ela choramingou se esfregando em mim.

— Meu irmão disse: precisa de um corretivo por ser uma menina travessa. — Antes de prendê-la eu estava colocando a camisinha e a pequena foi buscar seu próprio alívio, mas eu realmente estava me sentindo mau, queria ela bem molhadinha para o encaixe ser perfeito.

— Eu vou ser uma boa menina, vou sim. — Eu queria gargalhar ao ver o rostinho pidão. 

— Vai mesmo, doce Isadora? — Ela fez que sim com a cabeça. Comecei a massageá-la novamente com os meus dedos, apliquei uma pressão no pontinho que pulsava, enquanto enfiava um dedo e depois outro em seu canal. Minha boca abocanhou o mamilo escuro, dei uma leve mordida é senti ela rebolando, fazendo o movimento de vai e vem no mesmo ritmo que eu.

Isadora gostosa é pra caralho, aproveitei cada segundo. A cama embaixo da gente chacoalhava, ela gemia livremente, e implorava. Soltei seus braços e intensifiquei meu toque, a deixando gozar novamente. Aproveitei esse momento para entrar nela, além de muito molhada estaria em um espaço que a dor seria mínima. Ela era apertada. Estava certo, foi algo divino.

— Maurício. — Ela me chamou e eu entrei até o fundo. Tive que parar sem me mexer ou se não irá gozar ali mesmo.

— Oi, pequena. — Deitei minha cabeça em seu ombro e tentei controlar a minha respiração.

— Só você para me chamar de pequena. — Respirei fundo, olhei para ela serio, vi a engolir em seco e me mexi. Retirei meu pau quase todo de dentro dela é depois mergulhei de novo. Nós dois gememos. Repito o processo várias vezes, no começo devagar, e conforme ela iria se soltando eu aumentava o ritmo e confesso que precisei de muita força de vontade para não abrir mão da delicadeza e a foder como eu queria.

***

— Mau Mau — Isadora estava largada em meu peito depois de mais um organismo incrível. Ela esfregou a bochecha em meu peito como uma gatinha contente. — Podemos fazer de novo?

— Quantas vezes quiser, mas que tal me dar um descanso. — Ela olhou para cima com os olhinhos sonolentos.

— Descansa meu senhor.

— Menina travessa. — Dei um tapa em sua bunda. — Quer ficar sem sentar?

— Ah! Quero sim. — Isadora subiu em cima de mim, gloriosamente nua e com um sorriso sapeca no rosto.

A segunda vez foi ainda melhor que a primeira. Enquanto me recuperava, a menina brincou comigo. Entre beijos, mordidas, chupões, passamos uma boa noite juntos.

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