À noite, Isabela se ajoelhou e encolheu-se num canto, com o corpo e o rosto cobertos de ferimentos, lágrimas escorrendo dos olhos, parecendo delicada e indefesa.
De repente, seu peito se contraiu, um gosto de ferrugem subiu à sua garganta, fazendo-a sentir coceira e dor, ansiando desesperadamente para tossir, mas com medo de que um som atraísse uma surra.
Ela mordeu a língua e cravou as unhas na carne, usando a dor para suprimir o impulso de tossir, engolindo o sangue na boca, repetindo esse cic