Gabriel deteve seus passos, mas não virou, sua voz rouca e baixa:
- Isabela, não posso deixar Mariana morrer.
Ao ouvir isso, Isabela não questionou mais, apenas observou suas costas e deixou escapar um sorriso amargo. Seu coração parecia ser trespassado, o frio fluindo pelas fissuras, tornando-a gelada e rígida, suas mágoas e raivas congelando junto com ela.
"Eu não posso permitir que ela morra", a implicação era clara: Isabela poderia morrer, mas Mariana não. No coração de Gabriel, ela era desp