Khandra
Por alguns segundos, meus olhos ainda estavam presos à imagem de Zayd sendo levado para longe, contido não pela força, mas pela própria consequência do que havia feito. Então desviei o olhar e encarei Pashir. Tudo dentro de mim tremia.
Caminhei até ele e, sem dizer nada, segurei sua mão. Não era um gesto romântico. Era um pedido silencioso de estabilidade. Ele apertou de leve, respeitoso, e seguimos juntos até o carro que nos levaria à escola das crianças.
— Espera aqui, por favor — p