Khandra
Quando entramos no quarto, meu coração batia como um tambor nos mercados de Marrakesh. Eu, nervosa, cada parte do meu corpo em alerta; ele, calmo como se já tivesse domado todas as tempestades do deserto. Pashir tirou o relógio de ouro e o colar com pingente de olho turco devagar, seus gestos cheios de uma segurança que só homens como ele carregam. Depois, veio na minha direção com aqueles olhos escuros e intensos, me puxando para um beijo que tirou todo o ar dos meus pulmões.
Khandra: Antes de começarmos, preciso que lembre… Eu sou mãe de dois filhos. Meu corpo não é igual ao das mulheres que você está acostumado a possuir. Não quero que se arrependa depois.
Pashir: Você devia se olhar no espelho, mulher. Você é linda como a alvorada sobre as dunas, quente como o sol ao meio-dia. E eu não tô nem aí para as outras. O que me importa é aqui, agora, você comigo — disse, já arrancando meu cropped com uma destreza que parecia um feitiço beduíno.
Meu peito ficou exposto; antes que e