Viyan
Meu nome é Viyan, mas vocês podem me chamar de Viih. Pelo menos é assim que minhas amigas me chamam. Não aceito diminutivos que considero desrespeitosos. Quando Khandra me enviou a mensagem com as provas da traição do meu irmão, Zayd, duas ideias se formaram imediatamente na minha cabeça: confrontar a mulher com quem ele estava se envolvendo e ajudar Khandra a reagir com dignidade.
Sei que muita gente diria que, por ser irmã dele, eu deveria ficar do lado dele. Mas isso só vem de quem não conhece a minha cunhada. Khandra é uma mulher íntegra, dedicada, trabalhadora, mãe de dois filhos. Não merece viver a humilhação silenciosa de ter um marido que se envolve com outras mulheres enquanto ela sustenta a casa e carrega todas as responsabilidades sozinha. Zayd não bate, não grita, não xinga — mas humilha. E humilhação também é violência.
Tenho apenas vinte e dois anos e sei exatamente o que aceito e o que não aceito. Nunca fui criada para tolerar traição, muito menos para aceitar que