Zayd
Observei a enfermeira retirando as bolsas de sangue dele. Ela parou na terceira, dizendo que ele já estava passando mal. Sorri de canto, segurei-o pela camisa e comecei a arrastá-lo para fora. As pessoas no hospital olhavam assustadas, mas tudo o que eu queria era caminhar ao lado de um amigo. Estava tratando-o muito bem; acredito que minha recepção foi até calorosa demais. Quando cheguei onde estavam Pashir e Adir, declarei:
Zayd: Estou ansioso para conhecer a sala de punições da Rocinha. Será que podemos ir até lá? Porque acredito que nosso amigo conseguiu sobreviver mesmo com menos três bolsas de sangue no corpo, então isso significa que ele merece um castigo daqueles que deixam saudades até no inferno.
Pashir sorriu de maneira discreta e respondeu:
Pashir: Vamos.
Colocamos o homem no carro e seguimos direto para a sala de punição. Assim que chegamos, não houve sequer tempo para amarrá-lo; Pashir o lançou ao chão e começou a espancá-lo, de forma tão brutal que o homem desmaiou