Os corredores da Fortaleza de Obsidiana nunca pareceram tão vastos. E nunca estiveram tão silenciosos.
O som dos nossos passos ecoava pelas paredes escuras enquanto Silas me guiava para longe do pátio principal. Não havia criados correndo, não havia guardas sussurrando nas sombras, e o cheiro denso e opressivo da corte lupina havia se dissipado, substituído pelo aroma adstringente de ervas de limpeza e cinzas. O castelo parecia ter prendido a respiração.
Silas não me levou para a pequena cela ú