A pergunta dele, sussurrada com tanto cuidado no escuro, desfez o último nó de tensão que restava no meu corpo.
Virei o rosto no travesseiro de penas, buscando os olhos dele. O Monstro do Norte, a fera que havia acabado de estilhaçar a minha sanidade, me olhava como se eu fosse feita de vidro soprado, apavorado com a possibilidade de a sua força colossal ter quebrado alguma coisa além das minhas defesas.
Levei a mão direita até o rosto dele, os meus dedos acariciando a barba loira por fazer.
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