A pesada porta de carvalho da Sala de Troféus fechou-se atrás de Kael com um clique metálico que soou, aos meus ouvidos, como o bater do martelo de um carrasco. O jovem Alfa de Obsidiana, o menino que eu havia arrancado da escuridão e forjado na luz, estava agora diante de nós, banhado pelas sombras matinais e portando a sentença de morte de três pessoas nas suas mãos calosas.
O silêncio que se seguiu foi tão espesso, tão carregado de eletricidade e pavor, que eu podia sentir o gosto metálico d