Horas se passaram e, quando abri os olhos novamente, dei de cara com Enzo.
Ele estava sentado ao meu lado, a mão firme no meu pulso, como se conferisse algo importante.
_O que está fazendo?
perguntei, a voz rouca.
_Preciso do seu exame clínico.
_Hm… tá bom.
Quando dei por mim, fiquei olhando para ele mais tempo do que deveria.
O jaleco branco o deixava ainda mais distante de mim, como se fosse de outro mundo.
Enzo não parecia abalado, estava sério, mas percebi cansaço nos olhos.
_Você ainda