Os lábios de Enzo passavam pela minha pele com uma calma que eu já não lembrava de sentir nele, e o peso do corpo dele sobre mim me fazia esquecer que minha mão ainda repousava no rosto dele, tentando apagar minhas dúvidas, quando de repente o som do meu celular nos interrompe
Enzo fechou os olhos, suspirando fundo, como se o mundo tivesse conspirado contra ele naquele instante e eu meio sem graça, estiquei o braço para a mesinha e peguei o celular
— É sua mãe… — falei baixinho, hesitando